AVISO: Eu não sou dona da personagem Riddick nem do mundo em que a personagem foi criada e não ganho dinheiro ao escrever esta história (aka fanfiction). A única personagem da qual eu retenho os direitos de autor é a personagem feminina, Ailleen, e a masculina, Derek.
Boas leituras e espero que gostem da história. Criticas construtivas são sempre bem vindas. =>
A/N: Se alguém conseguir arrajar um título em português mande-me um email (eu sou péssima a inventar títulos para as minhas histórias). Quem quiser ler mais das minhas histórias pode ir a: www.quizilla.com/users/DarkIsis19, e ficam já avisados que as minhas hitórias ai colocadas estão em inglês.
Neste imenso universo existe um sistema um pouco mais afastado dos outros sistemas. O sistema Dego. Nesse sistema existem oito planetas e um sol bastante grande. Desses oito planetas existe um que se encontra quase no fim do sistema, mas ainda consegue receber a luz vinda do sol, Lati.
Na principal cidade desse planeta, Lati 1, vivia Ailleen. Para ela este dia era um dia chuvoso como outro qualquer, não fosse o facto dela ter recebido um telefonema.
Ailleen encontrava-se em casa quando o seu telefone tocou. Levantou-se e foi atendê-lo.
- Sim? – perguntou Ailleen quando atendeu o telefone.
Alguém respondeu do outro lado da linha.
- Mas olha lá, tu achas que eu tenho a tua vida? – disse Ailleen, irritada, para a pessoa que estava do outro lado da linha.
Essa pessoa respondeu e a Ailleen continuou, ainda mais irritada.
- Tu deves pensar que a minha vida é feita segundo a tua, não? Eu tenho a minha vida, os meus amigos. Eu não tenho de estar disponível quando tu queres.
A pessoa respondeu outra vez. A expressão na cara da Ailleen mudou de irritada para uma de puro choque.
- Olha Derek, já estou farta dessas tuas afirmações machistas, por isso o melhor é acabarmos.
Derek grita qualquer coisa do outro lado da linha e a Ailleen começa, também, a gritar.
- Óptimo. Esquece-me que é o que eu vou fazer.
E ao dizer isto, Ailleen, desliga o telefone, sai de casa, para a rua e para a chuva. Mal a chuva entrou em contacto com a pele de Ailleen, esta acalmou-se instantaneamente.
A Ailleen era uma rapariga de estatura média-alta, com cabelos castanhos-escuros, com um corte diferente do normal: tinha cinco madeixas de cabelo pintadas de azul que lhe chegavam aos ombros e o resto do cabelo estava tão curto como o de um rapaz, que normalmente estava espetado com gel. Tinha os olhos verdes que estavam a mudar de cor para azuis, devido à chuva. Tinha 20 anos e já vivia sózinha.
A casa de Ailleen era uma casa simples, com dois quartos, para o caso de haver visitas a irem lá dormir a casa, mobilados com o minimo e o indispensável. Uma sala de estar com dois sofás pequenos e um móvel com uma televisão velha. Uma cozinha pequena e uma casa de banho, que mal cabiam duas pessoas lá dentro, ao mesmo tempo, sem que uma estivesse na banheira. A casa era no rés-do-chão e a renda era barata, por isso Ailleen não se queixava das condições em que vivia, já que o seu salário dava para as despesas da casa e pouco mais.
Passado algum tempo de estar à chuva a Ailleen decidiu voltar para casa. Como estava completamente encharcada e não se queria constipar, decidiu ir tomar um duche quente. Poucos minutos depois sai do banho, enrolando-se numa toalha, e dirigiu-se ao quarto para ir vestir umas calças e um top para se ir deitar.
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