Bem tenho mais uma história escrita que vou públicar fora deste site. Se quiserem continuar a ler esta história procurem nos sites que eu coloquei aqui na outra história. Em principio estará em 2 dos sites, num em inglês e no outro em português (pk é muito difícil encontrar histórias escritas por amadores, apesar de serem bem escritas e que, na minha opinião, deveriam ser publicadas em papel, em português, a maioria está toda em inglês). Portanto não vos vou fazer esperar mais, e aqui está a minha nova história.
A Bloody Invasion
- OK, menina, pode-me explicar outra vez o que é que aconteceu? - pediu o detective que a estava a interrogar.
- Já disse, não sei quantas vezes que a minha escola foi tomada, de assalto, por vampiros. - Violet respondeu.
Violet era uma rapariga de 17 anos, com uma estrutura física atlética, com 1.65 cm, cabelos pretos compridos, e olhos verdes.
- Menina, você sabe onde está? - continuou o detective.
- Na esquadra da polícia. Porquê?
- E em que anos estamos?
- 2006. Eu sei que parece de loucos aquilo que estou a contar, mas é a mais pura das verdades.
- Então conte lá o que é que aconteceu.
Foi então que Violet começou a contar o que tinha acontecido alguns dias antes.
"Tudo começou no início da semana. Tinha acabado de tocar para a última aula do dia. Eu estava no meu cacifo a arrumar as coisas quando alguém se encontou com um grande estrondo no cacifo do lado.
- Então Vi, já estás pronta? - perguntou o Alexis.
Alexis era o meu melhor amigo, mais própriamente o meu único amigo, ele também tinha o cabelo preto , curto, e com os olhos mais azuis que eu vi na minha vida. Ele era magro e com 1.70 cm.
- Já. - respondi
- Vamos embora?
- Que horas são?
- 18:30.
- Deixa-me ir só à casa de banho e já vamos.
Entrei na casa de banho e saí 5 minutos depois. Ao sair achei estranho não ver ninguém, nem o Alexis, que normalmente esperava sempre por mim. Fui até à porta da escola e reparei que estava trancada.
- OK, isto não é normal. - disse baixinho para mim mesma.
A escola não costumava fechar antes das 23 horas. Algo não estava bem.
De repente ouvi alguém a descer as escadas e corri para a casa de banho.
- Ouvi alguém a vir para aqui. - disse a voz de um homem que estava a entrar na casa de banho.
- Mas já não reunimos todos os alunos? - perguntou outra voz já dentro da casa de banho.
Eles começaram a abrir todas as portas dos cubículos até chegarem ao cubículo onde eu estava.
- Hey, Denis, Ty. O David está nos a chamar. - disse uma terceira voz, que entrou na casa de banho.
Logo a seguir os três homens saíram da casa de banho sem nunca terem aberto o cubículo onde eu me escondia. Pouco tempo depois saí donde estava e fui outra vez à entrada da escola a ver se conseguia abrir a porta. Quando lá cheguei continuava tudo silencioso.
Comecei a ouvir passos no andar de cima.
- Este andar está limpo. - disse uma voz de um homem.
- Então é melhor irmos para o ginásio, o David está a chamar toda a gente. - disse a voz de outro homem e dirigiram-se para o ginásio.
Fui, também, em direcção do ginásio, mas esperei que os dois homens, que estavam no primeiro andar, descessem e fossem à minha frente. Quando cheguei ao ginásio todos os alunos, professores e continuos, que ainda estavam na escola quando eles chegaram, estavam todos juntos e rodeados por pelo menos 11 homens, pois do sitio de onde eu estava não conseguia ver todo o ginásio. Entretanto um deles começou a falar.
- Amigos! Hoje, pela pirmeira vez, podemos festejar sem preocupações com a falta de comida.
Pelos vistos este deveria de ser o David.
- Hey! - gritaram todos os homens.
- Podem começar a festejar.
Quando ele acabou de falar, todos os homens agarraram um professor ou um continuo e morderam-lhes o pescoço.
Ao ver isto comecei a andar para trás, em estado de choque, até bater, com força com as costas num armário, de metal. Todos os homens lagaram as suas vítimas e olharam na minha direcção.
- Vi! CORRE! - gritou o Alexis, no meio dos alunos.
Com o grito do Alexis acordei e comecei a correr pelas escadas abaixo.
Os homens começaram a correr para a porta."
Bem fico-me por aqui. Espero que tenham gostado desta amostra e se tiverem alguma opinião sobre este bocado ou alguma sugestão para eu melhorar a minha escrita estejam à vontade para falarem (ou escreverem, neste caso).
fiquem bem
Isis
A Bloody Invasion
- OK, menina, pode-me explicar outra vez o que é que aconteceu? - pediu o detective que a estava a interrogar.
- Já disse, não sei quantas vezes que a minha escola foi tomada, de assalto, por vampiros. - Violet respondeu.
Violet era uma rapariga de 17 anos, com uma estrutura física atlética, com 1.65 cm, cabelos pretos compridos, e olhos verdes.
- Menina, você sabe onde está? - continuou o detective.
- Na esquadra da polícia. Porquê?
- E em que anos estamos?
- 2006. Eu sei que parece de loucos aquilo que estou a contar, mas é a mais pura das verdades.
- Então conte lá o que é que aconteceu.
Foi então que Violet começou a contar o que tinha acontecido alguns dias antes.
"Tudo começou no início da semana. Tinha acabado de tocar para a última aula do dia. Eu estava no meu cacifo a arrumar as coisas quando alguém se encontou com um grande estrondo no cacifo do lado.
- Então Vi, já estás pronta? - perguntou o Alexis.
Alexis era o meu melhor amigo, mais própriamente o meu único amigo, ele também tinha o cabelo preto , curto, e com os olhos mais azuis que eu vi na minha vida. Ele era magro e com 1.70 cm.
- Já. - respondi
- Vamos embora?
- Que horas são?
- 18:30.
- Deixa-me ir só à casa de banho e já vamos.
Entrei na casa de banho e saí 5 minutos depois. Ao sair achei estranho não ver ninguém, nem o Alexis, que normalmente esperava sempre por mim. Fui até à porta da escola e reparei que estava trancada.
- OK, isto não é normal. - disse baixinho para mim mesma.
A escola não costumava fechar antes das 23 horas. Algo não estava bem.
De repente ouvi alguém a descer as escadas e corri para a casa de banho.
- Ouvi alguém a vir para aqui. - disse a voz de um homem que estava a entrar na casa de banho.
- Mas já não reunimos todos os alunos? - perguntou outra voz já dentro da casa de banho.
Eles começaram a abrir todas as portas dos cubículos até chegarem ao cubículo onde eu estava.
- Hey, Denis, Ty. O David está nos a chamar. - disse uma terceira voz, que entrou na casa de banho.
Logo a seguir os três homens saíram da casa de banho sem nunca terem aberto o cubículo onde eu me escondia. Pouco tempo depois saí donde estava e fui outra vez à entrada da escola a ver se conseguia abrir a porta. Quando lá cheguei continuava tudo silencioso.
Comecei a ouvir passos no andar de cima.
- Este andar está limpo. - disse uma voz de um homem.
- Então é melhor irmos para o ginásio, o David está a chamar toda a gente. - disse a voz de outro homem e dirigiram-se para o ginásio.
Fui, também, em direcção do ginásio, mas esperei que os dois homens, que estavam no primeiro andar, descessem e fossem à minha frente. Quando cheguei ao ginásio todos os alunos, professores e continuos, que ainda estavam na escola quando eles chegaram, estavam todos juntos e rodeados por pelo menos 11 homens, pois do sitio de onde eu estava não conseguia ver todo o ginásio. Entretanto um deles começou a falar.
- Amigos! Hoje, pela pirmeira vez, podemos festejar sem preocupações com a falta de comida.
Pelos vistos este deveria de ser o David.
- Hey! - gritaram todos os homens.
- Podem começar a festejar.
Quando ele acabou de falar, todos os homens agarraram um professor ou um continuo e morderam-lhes o pescoço.
Ao ver isto comecei a andar para trás, em estado de choque, até bater, com força com as costas num armário, de metal. Todos os homens lagaram as suas vítimas e olharam na minha direcção.
- Vi! CORRE! - gritou o Alexis, no meio dos alunos.
Com o grito do Alexis acordei e comecei a correr pelas escadas abaixo.
Os homens começaram a correr para a porta."
Bem fico-me por aqui. Espero que tenham gostado desta amostra e se tiverem alguma opinião sobre este bocado ou alguma sugestão para eu melhorar a minha escrita estejam à vontade para falarem (ou escreverem, neste caso).
fiquem bem
Isis
1 comments:
Em primeiro lugar, quero felicitá-la por esta sua iniciativa. Em boa verdade não é qualquer pessoa que tenta escrever uma história destas e, de uma forma que considero louvável, a publica sem pudor algum neste abrangente mundo virtual aberto à crítica mundial. Não sei se o facto de o texto estar escrito em português é uma desvantagem ou se, por outro lado, é uma mais-valia (pois, como sabe, se estivesse escrito em inglês, ainda mais gente teria oportunidade de o criticar...).
Dito isto, passo a materializar a minha crítica pessoal que, por mais valor que esta tenha não irá nunca passar dessa condição pessoal e intransmissível.
Notei que a personagem denominada “Violet” é descrita, no início da narração, na terceira pessoa do singular com expressões que incluem “Violet respondeu” e “Foi então que Violet começou (…)”. Este aspecto não seria de referir se não fosse o caso de, numa fase posterior do texto , a personagem “Violet” ter encarnado espontaneamente a função do narrador, chegando mesmo a substitui-lo. Pois bem, e acredito que concorde comigo, em nenhuma história minimamente bem escrita este erro, que considero crasso, é cometido desta forma tão declaradamente flagrante.
Outra crítica que me sinto na obrigação de transmitir prende-se pelo facto de existirem imensos erros ortográficos ao longo da história. Vou citar alguns (não por ordem de aparecimento): “escuadra” (esquadra); “silêncioso” (silencioso); “caçifo” e “casifo” (cacifo); e “traz” (que, pelo sentido da frase suponho que fosse “trás” e não “traz”, porque essa é uma forma de conjugação do verbo “trazer”). Encontrei ainda mais palavras com pouco nexo mas, no entanto, considero que essas façam parte do grupo das distracções de escrita no próprio teclado de computador. Encontrei também alguns erros de construção frásica que passo a exemplificar com “chamar-mos a chamar”. Tudo isto que indiquei neste parágrafo faz parte de uma aproximação escritor/leitor que não pode ser descurada em caso algum pelo primeiro. Pois se uma aspirante a escritor, como é o caso, comete erros tão básicos, faz com que a percepção do leitor em relação ao seu texto seja, no mínimo, de desprezar o seu trabalho que, acredito, tenha gasto boa parte do seu precioso tempo.
Assim, e sem mais nenhuma apreciação a fazer, - até porque não gosto de entrar na questão relativa ao desenvolvimento da própria história, pois isso é o fenómeno da “criação artística” e não tenho qualquer direito de expandir a minha capacidade crítica até esse campo – despeço-me, esperando ter contribuído para um enriquecimento, quem sabe, do seu espectro narrativo.
Atenciosamente,
Sir Dorian Gray (sirdoriangray@hotmail.com)
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